-Ricaardo! (à distância)
-Quê!
-Venha cá.
-Ok... Só um minuto.
Termino a linha de raciocínio onde estava e vou lá ver o que ela queria falar comigo.
Termino a linha de raciocínio onde estava e vou lá ver o que ela queria falar comigo.
-Quer banana?
-Não, obrigado.
O que tem de errado nessa situação? Fui interrompido à toa.
Não custava oferecer à distância. Ia poupar meu tempo, minha concentração. Ela sabia que eu estava ocupado.
-Ricaardo!
-Quê!
-Quê!
-Quer banana?
-Não, obrigado.
Olha que loucura, né? Coisa bizarra não fazer mistério.
Coisa bizarra não fazer você mirabolar o que será que ela quer com você que ela não pode falar gritando do jeito que ela te chamou. E 'ai' de você fazer cara feia! Ela está sendo FOFA! Te oferecendo uma bananinha gostosa de sobremesa! Seria eu escroto em achar o método dela questionável? Minha lógica está com falhas.
Só sei que é por motivos como esse que é quase impossível de estudar em casa.
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